
Em uma coletiva de imprensa na Casa Branca na segunda-feira (16), Donald Trump voltou a fazer ameaças sobre uma intervenção no governo cubano. O presidente dos EUA disse que a ilha de Cuba está em sua mira.
Após impor um bloqueio do envio de petróleo para a ilha, vinha sendo abastecida pelo petróleo venezuelano antes do sequestro de Nicolás Maduro em janeiro, Donald Trump enfatizou que poderia fazer o que quisesse com o país.
“Você sabe, durante toda a minha vida eu ouvi falar dos Estados Unidos e Cuba. Quando os Estados Unidos vão fazer isso?”, disse o republicano.
“Eu acredito que vou… ter a honra de tomar Cuba. Se eu a liberto, se eu a tomo, acho que posso fazer o que quiser com ela. Quer saber a verdade. Eles são uma nação muito enfraquecida neste momento”, admitiu.
Anteriormente, Donald Trump disse para repórteres que a tomada poderia ser algo “não amigável”.
Desde o bloqueio do envio de petróleo, somado às sanções econômicas impostas nas últimas décadas, Cuba está em colapso energético.
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Pouco depois das declarações polêmicas de Donald Trump, autoridades dos EUA disseram para os cidadãos cubanos removerem seu presidente, Miguel Díaz-Canel, de acordo com reportagem do The New York Times.
A remoção de Díaz-Canel poderia agravar a crise no país.
Cuba tem mantido sua posição de que não acatará “ameaças internacionais” e disse que não levará em consideração propostas que interfiram em seus assuntos internos.
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